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Freelancers da web
Programador, designer ou integrador independente: os seus clientes estão cada vez mais abrangidos pelo EAA. Saber entregar acessível torna-se um argumento de venda, não uma opção.

Um independente não tem atrás de si nem jurista nem equipa de qualidade. É precisamente por isso que o método conta: alguns hábitos sistemáticos bastam para entregar limpo e prová-lo, sem alongar cada projeto.
Os hábitos que mudam tudo
- Verificar cada modelo com o teclado antes da entrega: navegação, foco visível, formulários utilizáveis.
- Preencher as alternativas textuais ao integrar as imagens, não depois.
- Controlar os contrastes logo na escolha das cores, quando corrigi-los não custa nada.
- Analisar o site antes da receção do cliente e guardar o relatório: é a sua prova de entrega.
Transformar isto numa vantagem comercial
Poucos independentes sabem responder quando um cliente pergunta se o seu site cumpre o EAA. Quem responde com um relatório datado e uma declaração de acessibilidade distingue-se de imediato, e pode faturar a auditoria dos sites existentes como prestação autónoma.
Perguntas frequentes
Pode um freelancer entregar realmente um site conforme sem um perito dedicado?
Para a grande maioria dos problemas, sim: alternativas textuais, contrastes, navegação por teclado e formulários etiquetados são boas práticas de integração, não uma perícia rara. Uma análise automática deteta a maior parte destes defeitos e indica onde corrigir.
O que responder a um cliente que pergunta se o seu site cumpre o EAA?
Factos em vez de promessas: um levantamento medido do site, a lista dos problemas por gravidade e um orçamento para os corrigir. Essa resposta transforma uma pergunta inquieta numa missão faturável, e posiciona o freelancer como quem domina o assunto.
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